Só recomecei com essa idéia imbecil de manter um blog por que... não sei bem o motivo. Mas tenho lido muito, comentado muito e me revoltado mais ainda.
Acho que eu quero manter um registro das coisas absurdas que acontecem (e aconteceram) comigo, por que quando eu conto, soa como mentira.
Não sou a pessoa mais alto astral, extrovertida e positiva que muitos teriam (e terão) conhecido. Mas acho que sou alguém que vale a pena. Sou rabugenta, mau humorada, irônica, sarcastica, e não sou pessimista. Eu só tenho um pequeno problema de magnetismo aonde eu atraio as mais bizarras e curiosas situações e pessoas. Ok, assumo: eu tenho uma nuvem negra chuvosa que paira em cima da minha cabeça. E isso não é pessimismo da minha parte e não é drama meu, eu juro! Essa vai ser a maior verdade e sem nem um pingo de exagero que poderá ser lido nesse blog, aceitem de uma vez.
Eu comecei a pensar em detalhar as desgraceiras e as coisas que assombram já tem algumas semanas, depois de contar (ou chorar, vocês decidem) pitangas com uns amigos. Aliás, um deles, o Newton, nem acreditava em "azar" até me conhecer, e ele mesmo aceita o fato que eu tenho uma nuvem negra pairando em cima da minha cabeça.
Meu marido (sim sou casada e não sou uma anciã; qual o problema de casar nova?) é uma pessoa muito sortuda. Daquelas de participar de sorteio de festinha de confraternização pela primeira vez e ganhar. É um puta filho da puta, com todo o respeito, minha sogra. E alguns amigos, de karma neutro, digamos assim, também viviam tranquilamente... mas essa "coisa" que eu tenho, as vezes é contagiosa. Eles começaram a chamar de "ter um Dia-de-Você".
É duro, amigos! É duro ter um "Dia Meu" todos os dias, isso sim.
Mas a choramingação fica pra outro dia. Agora tenho trabalho, afinal, estou vagabundeando nesse horário por pura falta de vergonha na cara.
Até mais ver,
Lunnafê
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